Quinta-feira, 29 de Janeiro de 2009

Ainda "O Natal no tempo dos meus avós"

Enquadradas nesta iniciativa, verificaram-se diversas visitas de avós de alunos à escola. Falaram-nos do Natal, mas também das suas experiências de vida, das suas brincadeiras de garotos...

Deixamos aqui três imagens, testemunhos da turma oito do quinto ano.

 

 

 

 

publicado por CREeb23bocage às 23:06

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Sábado, 24 de Janeiro de 2009

Concurso de Fotografia - "O Prazer de Ler"

Regulamento 

 1. Objectivos do concurso:
 
·         Estimular o gosto pela leitura.
·         Incutir hábitos de participação.
·         Estimular a imaginação e a capacidade criativa.
 
 
2. Entidades Promotoras
 
BE/CRE da escola sede do Agrupamento Vertical de Escolas Barbosa du Bocage com a colaboração do Departamento Artístico e Tecnológico.
 
3. Destinatários
 
O concurso é aberto a toda a comunidade escolar.
 
4. Trabalhos a concurso
 
4.1. Cada concorrente pode participar com o máximo de três fotografias a cores ou a preto e branco, subordinadas ao tema do concurso.
4.2. As fotografias a concurso devem ser entregues em suporte papel, no formato 20x30cm.
4.3. Os concorrentes são responsáveis pela originalidade dos trabalhos apresentados, garantem a sua autoria e assumem toda a responsabilidade decorrente de reclamações de terceiros no que diz respeito a direitos de autor.
4.4. No verso de cada fotografia deverá ser colada uma etiqueta com o pseudónimo e a situação em que concorre: Aluno / Não Aluno.
4.5. Os concorrentes devem efectuar a entrega do(s) seu(s) trabalho(s) em dois envelopes fechados e separados:
  • Um, contendo apenas o(s) trabalho(s), com o pseudónimo e situação de concurso colado na face posterior, e no seu exterior a repetição destas informações.
  • Outro, contendo a identificação do concorrente, ou seja, a ficha de inscrição, devidamente preenchida e, por fora, o pseudónimo do participante, assim como a indicação da situação Aluno ou Não Aluno.
4.6. Os trabalhos deverão ser entregues na Biblioteca da EB 2,3 de Bocage até às 18 horas do dia 20 de Março de 2009.
 
5. Avaliação dos trabalhos
 
5.1. Os trabalhos serão avaliados por um júri constituído por um representante da BE/CRE, um representante do Departamento Artístico e Tecnológico, um representante do Conselho Executivo, um representante da Associação de Pais e um representante dos alunos, a indicar pelos delegados das turmas do 3º Ciclo, ou, na sua impossibilidade, por um aluno indicado pelo conjunto de professores do 3º Ciclo de Educação Visual.
5.2.Compete ao júri verificar se os trabalhos estão conformes com os requisitos do concurso (excluindo os que não estão), avaliá-los de acordo com os critérios indicados neste regulamento e proceder à sua seriação.
5.3. Na avaliação dos trabalhos deverão ser tidos em consideração os seguintes critérios: criatividade, qualidade e adequação ao tema.
5.4. Os trabalhos serão apreciados pelo júri na semana de 23 a 27 de Março de 2009 (última semana do 2º Período).
5.4 Na sequência da seriação efectuada pelo Júri serão atribuídos os prémios do concurso aos três melhores trabalhos de alunos e ao melhor trabalho dos participantes não alunos.
5.5. Os prémios a atribuir aos alunos são os seguintes:
1º classificado: Um cheque FNAC no valor de 50€
2º classificado: Um cheque FNAC no valor de 25 €
3º classificado: Um cheque FNAC no valor de 15 €
Aos concorrentes não alunos será atribuído um único prémio ao melhor trabalho: Um cheque FNAC no valor de 50€.
5.6. O Júri reserva-se o direito de não atribuir um ou mais prémios, caso as fotografias apresentadas não revelem qualidade.
5.7. Das deliberações do júri não há lugar a recurso.
 
6. Disposições finais
 
6.1. Todas as dúvidas, omissões ou reclamações resultantes da aplicação deste regulamento serão esclarecidas e resolvidas pela equipa responsável pela Biblioteca Escolar/Centro de Recursos Educativos da EB 2,3 de Bocage.
6.2. Ao participar no concurso, os concorrentes aceitam ceder à Biblioteca Escolar/Centro de Recursos Educativos da EB 2,3 de Bocage os direitos de propriedade dos trabalhos seleccionados.
6.3. Os resultados do concurso serão comunicados aos premiados nos dois dias imediatos ao da apreciação do júri e divulgados na semana de 14 e 17 de Abril de 2009 no polivalente, na Biblioteca da Escola, no seu blogue e noutros locais que se considerem adequados.
6.5. Realizar-se-á uma exposição dos trabalhos apresentados, na BE/CRE da EB 2,3 de Bocage, no período de 20 a 30 de Abril de 2009.
6.4. A entrega dos prémios será feita no local e durante o período da exposição dos trabalhos.
6.6. Com excepção dos trabalhos premiados, que passarão a ser propriedade da BE/CRE, todos os outros poderão ser levantados entre 4 e 14 de Maio de 2009 na Biblioteca.
6.7. Qualquer pedido de informação complementar poderá ser obtido através do endereço de correio electrónico da BE/CRE da escola: becre.eb23bocage@gmail.com.
6.8. A participação no concurso implica a aceitação integral deste regulamento.
6.9. Das deliberações do júri não há lugar a recurso.
publicado por CREeb23bocage às 15:56

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Fundo Documental - Novidades de Dezembro de 2008

 OFERTAS 

AUTOR
TÍTULO
Branco, Pedro de Freitas
Pinho, António Avelar de
Os super 4 - Num beco sem saída
Os super 4 - Perdidos na Amazónia
Os super 4 - A vingança de Vladimir Zwoykin
Os super 4 - O mistério de Foz Côa
Os super 4 - Tensão no Euro 2004
Os super 4 - Quem roubou o Arco-Iris
Os super 4 – Revelação Macabra
Os super 4 – O poço dos espirítos
Os super 4 – SOS clonagem
Os super 4 – O feitiço da vespa
Os super 4 – A canção do golfinho
Quintas, Maria da Conceição
A Santa casa da Misericórdia de Setúbal de 1500 a 1755
Abreu, Laurinda
Memórias do Corpo e da Alma
Parafita, Alexandre
Bruxas, feiticeiras e suas maroteiras
Letria, José Jorge
O dia em que mataram o rei
Saldanha, Ana
O Pai Natal preguiçoso e a rena Rodolfa
Freedman, Claire
A Magia do Natal
Torrado, António
O Homem sem sombra
Besson, Luc
Artur e a cidade perdida

 

 
publicado por CREeb23bocage às 15:50

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Sábado, 10 de Janeiro de 2009

Entrevista ao avô Francisco Rebello de Andrade

 

 

No dia dezassete de Dezembro, foi entrevistado, na Biblioteca, o Sr. Francisco Rebello de Andrade, de oitenta e cinco anos, avô da aluna Maria do Mar do 5º ano, turma 9.
            A ideia de entrevistar um avô da turma surgiu durante a planificação do projecto “O Natal no tempo dos nossos avós”.
            Nas aulas, foi preparada a entrevista com a participação e empenho da maior parte dos alunos.
            Durante a realização da entrevista, os alunos puderam expor as suas dúvidas, curiosidades e interesses. Ficaram admirados e fascinados com a riqueza de experiências de uma tão longa e aventureira vida, do avô Francisco e, em especial, porque ganhara uma medalha de bronze, em vela, nos jogos olímpicos de Helsínquia, em 1956. Facto que foi testemunhado pelo livro transportado com orgulho e manuseado com interesse e carinho pelos presentes.
            A escola e a turma agradecem à mãe da Maria do Mar e ao avô Francisco a sua disponibilidade e participação neste Projecto que tentou aproximar gerações.
 
                                                                                                      A Turma do 5º 9
 
 
 
 
 
 

 

publicado por CREeb23bocage às 17:47

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Sexta-feira, 9 de Janeiro de 2009

O Natal no tempo dos meus avós

 

Com a colaboração da equipa da BE/ CRE, está patente, na Biblioteca da nossa escola, a exposição O NATAL NO TEMPO DOS MEUS AVÓS, uma iniciativa do Departamento de Língua Portuguesa.
            Os trabalhos (e foram muitos!) apresentam uma qualidade assinalável e constituem um verdadeiro património cultural. Também possibilitaram o encontro entre diferentes gerações, aliando o conhecimento aos afectos.
            O diálogo entre avós e netos que este projecto de trabalho proporcionou, reverteu, enfim, em prol de toda a comunidade educativa.

 

 

 

 

O Natal no tempo dos meus avós
 
            Os meus avós maternos moram longe de Setúbal. Por isso, telefonei-lhes para eles me contarem como costumavam passar o Natal, quando eram novos.
            Eles nasceram e ainda vivem numa pequena aldeia no distrito da Guarda que se chama S. Martinho.
            É uma terra muito fria, onde cai, com frequência, geada e, por vezes, neve.
            Eles disseram-me, então, que, quando eram crianças, o Natal era muito diferente do que é actualmente. Como havia pouco dinheiro, não pediam presentes, nem brinquedos. Também não recebiam a visita do Pai Natal, nem se entretinham com a televisão. Não punham, na mesa, tanta comida como agora.
            Eles passavam o Natal com os pais e irmãos.
            Não havia televisão e, por isso, a noite da consoada era passada à lareira a conversar. Nesse dia, a refeição era um pouco melhorada: comiam canja, bacalhau com couves e batatas, frango caseiro, rabanadas, filhós e arroz-doce. Não havia, nessa altura, a tradição do bolo-rei, mas lembram-se do cheirinho dos biscoitos cozidos no forno da aldeia.
            As pessoas, naquela época, não costumavam enfeitar as casas.
            Os preparativos eram muito poucos, lembram-se apenas de ajudar a fazer o presépio da igreja.
            A árvore de Natal era um pinheiro enfeitado com pedaços de algodão e o presépio era feito com musgo, que iam buscar ao campo. Depois, os mais crescidos punham as figurinhas: o Menino Jesus, Maria, José, o burrinho, a vaquinha e as ovelhas. Ainda não havia luzes para enfeitar. O Menino Jesus, deitado numa cama de palha, era o centro das atenções e do olhar das crianças.
            Os meus avós recordam também o grande fogo que se acendia no adro da igreja, o madeiro, e à volta do qual todos se reuniam para conversar e aquecer.
            As pessoas, especialmente os mais pequenos, costumavam deixar um sapatinho ao pé da lareira para ver se o Menino Jesus lá deixava uma prenda. Ficavam felizes quando encontravam um chocolate ou um par de meias!...
            No dia de Natal, iam à missa e todos beijavam o Menino Jesus.
            Os meus avós têm saudades daqueles Natais, onde, apesar de ser tudo muito simples, havia muita alegria e amizade entre todos.
            Eu adorei escrever sobre este tema, pois, assim, tive mais uma oportunidade de conversar com os meus avós e de ficar a saber um pouco mais sobre a sua vida e as suas memórias.
            Também aprendi que as crianças, naquele tempo, tinham poucas coisas, mas eram felizes, pois cresciam rodeadas de amigos e familiares.
 
Ana Rita, nº 1, 5º 10ª

 

 

 

 

 

 

O Natal no tempo da minha avó
 
            Conversei com a minha avó sobre a maneira como ela passava o Natal, quando tinha a minha idade.
            Fiquei, então, a saber que, há muitos anos, ela viveu em Moçambique e, por isso, tinha uma forma muito peculiar de comemorar o Natal.
            O Natal era sempre passado em família.
            Faziam o presépio (naquela altura, não era hábito fazer a árvore de Natal) e perto dele, em cima das mesas e dos outros móveis, punham muitas velas.
            Naquela altura, deliciavam-se com o bacalhau cozido, o cabrito, as filhós, as rabanadas, os bolos e doces variados.
            À meia-noite, iam à Missa do Galo e abriam as prendas.       A minha avó con-tou-me que só recebia uma prenda (ela e todos os outros).
            O Natal era passado em Moçambique, no mês de mais calor, em Dezem-bro. Assim, as pessoas iam para as varandas e as crianças brincavam nos quintais. 
            Não havia lareiras e, por isso, não era costume pôr as meias e os sapatinhos na chaminé. Em compensação, no dia 25 de Dezembro, iam todos à praia.
 
 
                                    
Filipe Reynaud, 5º 7ª
 

 

 

 

 

O Natal no tempo dos meus avós…
 
            Vou contar como era o Natal em casa dos meus avós maternos, no Alentejo.
            Dois ou três dias antes do Dia de Natal, a avó Conceição e a bisavó Vina juntavam-se para amassar a massa para as filhós. Faziam também pastéis de massa tenra com batata-     -doce ou com grão (a minha mãe diz que preferia os de batata-doce).
Claro que também não faltava o bolo-rei! O avô Joaquim mandava fazer uns enormes e a minha mãe deliciava-se com as suas saborosas fatias.
Havia sempre muito trabalho a fazer, mas era com muita alegria que tudo acontecia.
            Na véspera do tão esperado dia, a minha mãe e os irmãos punham, cada um, o sapatinho debaixo da chaminé, ansiosos por descobrirem o que lhes traria o senhor das barbas brancas. Claro que tudo dependia do comportamento!...
            Ao jantar comiam “bacalhau com todos” e, à meia-noite, alguns familiares iam à Missa do Galo. Quando chegavam a casa, bebiam leitinho quente com chocolate.
            Depois, iam para a cama, “rezando” para que a noite passasse depressa.
            Na manhã seguinte, ainda meios a dormir, lá iam todos ver o que haviam recebido. Não eram muitos os presentes, não. Não como agora… Mas, ainda assim, ficavam contentes!
            O almoço do Dia de Natal, mais uma vez, era celebrado em família com o tão delicioso e suculento peru recheado.
            Actualmente, ainda tentamos cumprir a tradição.
 
Maria Rita da Silva Fernandes, nº 24, 5º 10ª
 
 
 

 

O Natal no tempo dos meus avós
  
            O Natal na casa da minha avó Ester, na região da Beira Baixa, numa vila chamada Penamacor (que pertence ao distrito de Castelo Branco), era passado em família.
            No dia 24 de Dezembro, era hábito irem à mata buscar um pinheiro para decorar com bolinhas e luzes multicores e bocadinhos de algodão em rama a imitar a neve. No exterior da casa, no quintal, faziam o presépio.
            A partir das nove da noite, as mulheres iam para a cozinha tratar da ceia que constava de bacalhau cozido com batatas e couves, filhós feitas de abóbora, sumo de laranja, aguardente, ovos e farinha. Também não faltavam as deliciosas rabanadas.
            Depois, iam à Missa do Galo, que terminava sempre com uma procissão. Entretanto, no adro da igreja queimavam o madeiro, que era levado pelos mancebos que, segundo a tradição, no ano seguinte entravam na vida militar.
            Também cantavam canções ao Menino Jesus (Ó meu menino Jesus… Ó meu menino tão belo… pois nu vieste nascer na noite de Caramelo…).
            Chegavam a casa e seguia-se, então, a Consoada.
            Na manhã seguinte, todos iam à chaminé buscar os presentes, normalmente roupas ou dinheiro.
            O almoço do dia de Natal era constituído por peru assado, cabrito, arroz-doce e frutos secos.
            A minha avó foi, depois, para África e aí também fazia a árvore de Natal e o presépio com as figurinhas de barro e as gambiarras, que eram o delírio da minha mãe e da minha tia (para além das iguarias, que elas também adoravam).
 
 
O presépio feito pela minha avó em África
 
            A minha avó ainda hoje celebra o Natal com doces da Beira Baixa. Faz, ainda, um folar de carnes que dá muito trabalho, pois tem que comprar pão em massa na padaria e depois sová-lo e deixá-lo a levedar cerca de quatro horas.
            Eu adoro os doces de Natal da minha avó, talvez porque também gosto muito dela.
Soraia, 5º 11ª
 

 

 

  

 
O Natal dos meus avós
 
            Todos os meus avós viviam em aldeias da região de Viseu.
                No Natal, o frio era muito e a família reunia-se à lareira e comia bacalhau com couves e batatas, rabanadas e sonhos.
            Os presentes eram simples: meias e outras utilidades.
            Ao serão, os adultos conversavam sobre a família, os que já tinham morrido eram recordados e as crianças cantavam e jogavam aos pinhões que, depois, comiam.
 
                       
Jogar a pinhões com um pião de quatro faces fazia parte da tradição portuguesa da noite de Natal, um jogo milenar que se vai apagando com a chegada da era electrónica.
           
Por vezes, os jovens iam de casa em casa cantar as boas-festas e recolher alguns presentes, principalmente enchidos, para depois comerem em convívio.
           
As cantigas eram mais ou menos assim:
 
As boas-festas viemos dar
A estes senhores se as aceitarem
As boas-festas viemos dar
A estes senhores se as aceitarem
Viva lá a dona Sara
Com o seu menino na mão
Vá lá ao seu fumeiro
Traga de lá o salpicão…..
 
Outra cantiga muito bonita e mais séria era a seguinte:
 
Os anjos nos lares
Em ledos cantares
Anunciam paz
Oh! que dom divino!
E o Deus menino
É quem no-la traz
Honra e Glória a Deus
Que nos deu o bom Jesus
E paz na Terra aos Homens unidos à cruz.
Em Belém à meia-noite
Noite de tanta alegria
Nasceu Jesus no presépio
Filho da Virgem Maria
O menino que nasceu
Da Virgem cheia de Graça
Entrou e saiu por ela
Como o sol pela vidraça.
 
À meia-noite, todas as pessoas iam, muito agasalhadas, à Missa do Galo. Era uma missa muito bonita e, no final, todos os presentes beijavam a figura do Menino Jesus.
Guilherme, 5º 7ª

 

 

 
 
 
publicado por CREeb23bocage às 22:16

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