Segunda-feira, 23 de Novembro de 2009

Conhecer e Divulgar o Património da nossa Região

 

A exposição “Conhecer e Divulgar o Património da nossa Região” está disponível para toda a comunidade educativa. Estará patente na Escola Básica 2º e 3º Ciclos de Bocage, entre os dias 14 e 20 de Novembro, na Biblioteca/Centro de Recursos.
Tendo em vista a promoção do património natural e histórico da Região de Setúbal e o desenvolvimento e preservação da memória patrimonial, este evento é promovido pelos professores de Ciências Naturais em articulação com o Museu de Arqueologia e Etnografia de Setúbal, com a colaboração da BE/CRE.
Ana correia

 

 

 

 

 

 

 

publicado por CREeb23bocage às 23:08

link do post | comentar | favorito
|
Quarta-feira, 18 de Novembro de 2009

S. Martinho

 

Comemorámos o Dia de São Martinho com castanhas assadas, acompanhadas de textos variados, muitos deles do nosso património oral e tradicional. Foi mais um momento de convívio e de boas leituras.
 
 
 
 
 
Lenda de S. Martinho
 

O dia de S. Martinho comemora-se no dia 11 de Novembro.

Conta a lenda que, num dia de tempestade, muito chuvoso e frio, ia um cavaleiro romano montado no seu cavalo a fazer a ronda, quando viu um velho mendigo quase nu, encharcado e cheio de fome.

O cavaleiro, chamado Martinho, era bondoso e gostava de ajudar as pessoas mais pobres. Ao ver aquele homem, ficou cheio de pena dele.

Então, cortou a sua grossa capa ao meio, com a espada, deu metade ao mendigo e partiu.

Passado algum tempo, como que por milagre, a chuva parou e, no céu, surgiu um lindo Sol a brilhar.

 

 

 

Provérbios do S. Martinho

 

 

No dia de São Martinho, fura o teu pipinho.
No dia de São Martinho, lume, castanhas e vinho.
No dia de São Martinho come-se a sardinha e bebe-se o vinho.
 
 
No dia de São Martinho, mata o teu porco e bebe o teu vinho.
No dia de São Martinho vai à adega e prova o vinho.
Pelo São Martinho, mata o teu porquinho e semeia o cebolinho.
Mais vale um castanheiro do que um saco com dinheiro.
Se queres pasmar teu vizinho lavra, sacha e esterca pelo S. Martinho.
 
 
Adivinhas
 
 
Qual a coisa qual é ela?
Tenho camisa e casaco
Sem remendo nem buraco
Estoiro como um foguete
Se alguém no lume me mete.
 
 
Qual a coisa qual é ela?
Se me rio… de mim sai uma donzela
Mais donzela do que eu
Ela vai com quem a leva
Eu fico com quem me deu. (ouriço)
 
 
Qual a coisa qual é ela?
Tem três capas de Inverno
A primeira é lustrosa
A segunda é amargosa
A terceira é deliciosa.
 
 
Qual a coisa qual é ela?
Tem casca bem guardada
Ninguém lhe pode mexer
Sozinha ou acompanhada
Em Novembro nos vem ver.
 
 
Pesquisa realizada por
Soraia Reis, 6º 11ª

 

 

A Maria Castanha
 
 
O céu estava cinzento e quase nunca aparecia o sol, mas enquanto não chovia os meninos iam brincar para o jardim.
Um jardim muito grande e bonito, com uma grade pintada de verde toda em volta, de modo que não havia perigo de os automóveis entrarem e atropelaremos meninos que corriam e brincavam à vontade, de muitas maneiras: uns andavam nos baloiços e nos escorregas, outros deitavam pão aos patos do lago, outros metiam os pés por entre as folhas secas e faziam-nas estalar – crac,crac – debaixo das botas, outros corriam de braços abertos atrás dos pombos, que se levantavam e fugiam, também de asas abertas.
Era bom ir ao jardim. E mesmo sem haver sol, os meninos sentiam os pés quentinhos e ficavam com as bochechas encarnadas de tanto correr e saltar.
Uma vez apareceu no jardim uma menina diferente: não tinha bochechas encarnadas, mas uma carinha redonda, castanha, com dois grandes olhos escuros e brilhantes.
- Como te chamas? – perguntaram-lhe.
- Maria. Às vezes chamam-me Maria Castanha .
- Que engraçado, Maria Castanha! Queres brincar?
- Quero.
Foram brincar ao jogo do apanhar.
A Maria Castanha corria mais do que todos.
- Quem me apanha? Ninguém me apanha!
- Ninguém apanha a Maria Castanha!
Ela corria tanto. Corria tanto que nem viu o carrinho do vendedor de castanhas que estava à porta do jardim, e foi de encontro a ele.
Pimba!
O saco das castanhas caiu e espalhou-as todas à reboleta pelo chão.
A Maria Castanha caiu também e ficou sentada no meio das castanhas.
- Ah. Minha atrevida! – gritou o vendedor de castanhas todo zangado.
- Foi sem querer – explicaram os outros meninos.
- Eu ajudo a apanhar tudo – disse Maria Castanha, de joelhos a apanhar as castanhas caídas.
E os outros ajudaram também.
Pronto. Ficaram as castanhas apanhadas num instante.
- onde estão os teus pais? – perguntou o vendedor de castanhas à Maria Castanha.
- Foram à procura de emprego.
- E tu?
- Vinha à procura de amigos.
- Já encontraste: nós somos teus amigos – disseram os meninos.
- Eu também sou – disse o vendedor de castanhas.
E pôs as mãos nos cabelos da Maria Castanha, que eram frisados e fofinhos como a lã dos carneirinhos novos.
Depois, disse:
- Quando os amigos se encontram é costume fazer uma festa. Vamos fazer uma festa de castanhas. Gostam de castanhas?
- Gostamos! Gostamos! – gritaram os meninos.
- Não sei. Nunca comi castanhas, na minha terra não há – disse Maria Castanha.
- Pois vais saber como é bom.
E o vendedor deitou castanhas e sal dentro do assador e pô-lo em cima do lume.
Dali a pouco as castanhas estalavam… Tau! Tau!
- Ai, são tiros? – assustou-se a Maria Castanha, porque vinha de uma terra onde havia guerra.
- Não tenhas medo. São castanhas a estalar com o calor.
Do assador subiu um fumozinho azul-claro a cheirar bem.
E azuis eram agora as castanhas assadas e muito quentes que o vendedor deu à Maria Castanha e aos seus amigos.
- É bom é – ria-se Maria Castanha a trincar as castanhas assadas.
- Se me queres ajudar podes comer castanhas todos os dias. Sabes fazer cartuchos de papel?
A Maria Castanha não sabia mas aprendeu.
É ela quem enrola o papel de jornal para fazer os cartuchinhos onde o vendedor mete as castanhas que vende aos fregueses à porta do jardim.
 
Maria Isabel Mendonça Soares, Contos no Jardim

 

publicado por CREeb23bocage às 18:29

link do post | comentar | favorito
|
Segunda-feira, 16 de Novembro de 2009

A Hora do Conto

Teve lugar no passado dia 9 e repetida hoje, dia 16, na nossa Biblioteca, a animação "As três bruxas e o rapaz de pedra". Dinamizada pela professora Ana Luísa Coelho, que nos promete mais histórias, teve uma participação entusiasta das turmas participantes conforme testemunham as imagens que se seguem.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

publicado por CREeb23bocage às 23:18

link do post | comentar | favorito
|
Quinta-feira, 12 de Novembro de 2009

Poesia de S. Martinho

O Nuno Luís enviou-nos uma poesia sobre o S. Martinho, que aqui publicamos. Esperamos que continue a escrever e a partilhar a sua poesia.

 

 

 

 
São Martinho
 
São Martinho nasceu,
E muito aprendeu,
Que um amigo verdadeiro,
Vale mais do que dinheiro..
 
São Martinho cavaleiro,
Amigo verdadeiro,
Nesse dia se revelou,
E o pobre ajudou…
 
Para São Martinho festejar,
Ponho castanhas a assar,
1, 2, 3, todas a saltar!
 
Nuno Luís
5º7, nº18
9/11/2009

 

publicado por CREeb23bocage às 21:04

link do post | comentar | favorito
|
Quinta-feira, 5 de Novembro de 2009

TRADIÇÕES DE CÁ E DE LÁ…

 

A exposição, que se encontra patente na BE da nossa Escola, resultou do trabalho em colaboração nas disciplinas de Língua Portuguesa e Inglês sobre o Halloween e o Pão por Deus.
Foram tantos, mas tantos os trabalhos, que não conseguimos expor todos.
Os alunos estão, no entanto, de parabéns, pois muitos trabalhos revelam uma grande criatividade e apresentam uma assinalável qualidade, tanto no conteúdo, como no aspecto gráfico.
Para o ano há mais!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Na América é Halloween
Nos Açores é Pão por Deus
Paz às almas dos falecidos
Dos nossos, dos meus e dos teus.

Que todos os entes queridos
Estejam no Reino dos Céus,
Que os seres ainda vivos
Tenham bom Pão por Deus.

Alegria dos mais novos
Todos se querem divertir
Vão para as ruas em marcha
De porta em porta a pedir.

Crianças batem às portas,
Pedindo o Pão por Deus,
É bem melhor acudir-lhes
Antes de ouvir ditos seus.
 
Pesquisa realizada por
Francisco, 6º 10ª
Tiago Rendas, 6º 11ª

 

Entrevista
 
 
Esta entrevista tem, como objectivo, dar a conhecer uma das muitas tradições portuguesas: o pão-por-deus.
Entrevistei o meu avô Viriato, que tem 75 anos e que vive, neste momento, em Setúbal. Ele conhece bem esta tradição.
 
Entrevistador – Que memórias tem do pão-por-deus?
Entrevistado – Lembro-me de, em criança, me juntar com outros meninos e meninas e ir, de porta em porta, pedir o pão-por-deus.
 
Entrevistador – Em que dia faziam isso?
Entrevistado – No Dia de Todos os Santos (ou dia dos finados), 1 de Novembro.
 
Entrevistador – Como é que faziam o peditório?
Entrevistado – Dizíamos ou cantávamos versos e as pessoas abriam a porta e davam-nos coisas para comer. Com elas, enchíamos os nossos saquinhos de pano.
 
Entrevistador – E o que é que vos davam?
Entrevistado – Davam-nos pão, broas, bolos, romãs e frutos secos.
 
Entrevistador – Todas as pessoas vos ofereciam coisas?
Entrevistado – Não, nem todas. Algumas, por não terem ou não quererem, não davam nada e, nessa altura, nós dizíamos versos a “rogar pragas” e fugíamos.
 
 
Fábio Alegrias, 6º 7ª

 

 

Pão por Deus
 
Esta tradição está relacionada com o que aconteceu no terramoto do dia 1 de Novembro de 1755, em Lisboa. Nessa altura, os que viram os seus bens destruídos durante a catástrofe tiveram que pedir pão-por-Deus nas localidades que não tinham sofrido prejuízos.

 

 

 

 

Pesquisa realizada por
Inês Gomes, 6º 7ª

 

Pão por Deus
 
O Pão-por-Deus é uma tradição muito antiga, que vem dos tempos em que havia muita pobreza: as pessoas colocavam em cima da mesa tudo o que tinham para comer e beber e convidavam os pobres a alimentarem-se à vontade.          
            As gerações futuras mantiveram a tradição: no Dia de Todos os Santos, dia 1 de Novembro, as crianças saíam à rua em pequenos grupos para pedir o “Pão por Deus”.
            Iam de manhã. Passavam por cada casa da povoação e faziam o peditório, recitando vários versos.
            Quando regressavam a casa, levavam os sacos de pano com romãs, maçãs, doces, bolachas, rebuçados, chocolates, castanhas, nozes e, às vezes, algum dinheiro.
            Nesse dia, as famílias também iam ao cemitério pôr flores nas campas dos  seus  familiares  já falecidos. Ainda hoje há muitas famílias a fazerem isso.
            Em algumas zonas de Portugal, no dia de Todos os Santos, também ainda é costume os padrinhos oferecerem bolos, chamados “Santoros”, aos seus afilhados.
           
Ana Rita, 6º 10ª

 

 

Na terra da minha bisavó Celeste!
            Na terra da minha bisavó, no concelho do Fundão, no Dia de Todos os Santos, dia 1 de Novembro, grupos de três a quatro crianças andavam de porta em porta a pedir pão-por-deus. As pessoas davam-lhes feijões, figos secos, alguns rebuçados e, às vezes, dinheiro (pouco).
As crianças agradeciam dizendo “Obrigada em nome de todos os santos” ou “Esteja com Deus e com todos os santos”.
 
 
 
 
 Cantilenas do Pão por Deus
Pão , pão por deus
à mangarola , 
               encham-me o saco, 
               e vou-me embora.
A quem recusa o pão-por-deus roga-se uma praga:
O gorgulho gorgulhote,
lhe dê no pote, 
               e lhe não deixe,
               farelo nem farelote.
 
Pão por Deus, 
               Fiel de Deus,
               Bolinho no saco, 
               Andai com Deus.
 
     Ou então:
Bolinhos e bolinhós 
               Para mim e para vós
               Para dar aos finados 
               Qu'estão mortos, enterrados
                À porta daquela cruz 

               Truz! Truz! Truz! 
               A senhora que está lá dentro
               Assentada num banquinho 
               Faz favor de s'alevantar
               P´ra vir dar um tostãozinho.

Quando os donos da casa dão alguma coisa:
Esta casa cheira a broa 
               Aqui mora gente boa.
               Esta casa cheira a vinho 
                Aqui mora algum santinho.

Quando os donos da casa não dão nada:
Esta casa cheira a alho 
               Aqui mora um espantalho
               Esta casa cheira a unto 
               Aqui mora algum defunto.
 
 Rita Prates, nº27, 6º 10ª
 
Bolos dos Santos
Beira Baixa
 

 

· 30 gr de  fermento 1 kg de  farinha de trigo
· 100 gr de  banha
· de padeiro
· 6   ovos
· 160 gr de  açúcar
· 35 gr de  erva doce
· 2 colher (chá) de  canela em pó
· q.b. de  sal
· 2 dl de  água
1.Comece por desfazer o fermento de padeiro com 6 colheres de sopa de água morna, retirada dos 2 dl.
2.Coloque a farinha num alguidar abra uma cavidade ao centro e introduza, o fermento desfeito a banha derretida em banho-maria, os ovos, o açúcar, a erva-doce, a canela e uma pitada de sal.
3.Amasse tudo muito bem e vá juntando a restante água morna, logo que bem amassada, tape com um pano e deixe levedar em local aquecido durante uma hora.
4.Passado esse tempo tendem-se bolinhos pequenos e dispõem-se num tabuleiro polvilhado de farinha, voltam-se a tapar com um pano e deixa-se levedar mais 10 minutos.
5.Pincelam-se com ovo batido, salpicam-se com um pouco de açúcar e vão a cozer em forno quente 200 a 250º C, durante mais ou menos 20 minutos.
Nota: Pode substituir a banha, por manteiga ou margarina.
Ao adicionar na massa a restante água, cuidado pois pode não precisar da água toda, vá juntando aos poucos.
publicado por CREeb23bocage às 20:38

link do post | comentar | favorito
|
Quarta-feira, 4 de Novembro de 2009

Workshop com José Fanha

No dia 28 de Outubro, recebemos na nossa escola o escritor José Fanha, que compartilhou connosco algumas ideias / actividades sobre "Promoção do LIvro e da Leitura".

Este workshop contou com a presença de professores de várias escolas do Agrupamento, que falaram das suas experiências, o que contribuiu para um diálogo vivo e proveitoso.

 

 

 

publicado por CREeb23bocage às 11:51

link do post | comentar | favorito
|

Peddy Paper "A GRANDE AVENTURA DO SABER"

 

 

Decorreu no passado dia 26 de Outubro, Dia da Biblioteca Escolar, o Peddy Paper “A Grande Aventura do Saber”. A actividade, organizada pela BE/CRE e pelo Grupo de Língua Portuguesa, constava de uma prova constituída por 7 tarefas que visavam testar algumas das competências de informação e digitais dos alunos. Participaram, de forma muito empenhada, três turmas, tendo as classificações sido as que constam nas tabelas que se seguem:

 

5º12

CL.
Equipa
PONTOS
Os campeões
16
Os 4 em Acção
14
Os “Ar de Rock”
13
Os Aventureiros
12
Os Corajosos
9
Os 4 imbatíveis
8
Os 4 imparáveis
8

 
5º13

CL.
Equipa
PONTOS
Girls
14
Nós
12
Nós
12
Clã de Huntik
11
Os golfinhos
9
Nitro
9
Fantásticos
9

 
6º7

CL.
Equipa
PONTOS
Os Rastamanos
18
ABC da Sedução
17
Papa Letras
16
Os 4 Mosqueteiros
16
As MSNs
16
As Brincalhonas
14
Os “Santinhos”
13

 

No final todos receberam um diploma de participação e um marcador de livros alusivo ao Mês Internacional da Biblioteca Escolar.

 

música: dia da biblioteca escolar, peddy paper
publicado por CREeb23bocage às 10:16

link do post | comentar | favorito
|

.mais sobre nós

.pesquisar

 

.Junho 2010

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30

.posts recentes

. Novo endereço do blogue

. Recital de Poesia 2010

. Concurso de Ortografia 20...

. Recital de Poesia 2010

. Ainda a Semana da Leitura

. Semana da Europa

. Semana da Leitura - Bocag...

. A Semana da Leitura també...

.arquivos

. Junho 2010

. Maio 2010

. Abril 2010

. Março 2010

. Fevereiro 2010

. Janeiro 2010

. Dezembro 2009

. Novembro 2009

. Outubro 2009

. Junho 2009

. Maio 2009

. Abril 2009

. Março 2009

. Fevereiro 2009

. Janeiro 2009

. Dezembro 2008

. Novembro 2008

. Outubro 2008

. Julho 2008

. Junho 2008

. Maio 2008

. Abril 2008

. Março 2008

. Fevereiro 2008

. Dezembro 2007

. Novembro 2007

. Outubro 2007

. Setembro 2007

. Junho 2007

. Maio 2007

. Março 2007

. Fevereiro 2007

. Janeiro 2007

. Dezembro 2006

. Novembro 2006

. Outubro 2006

.Ligações úteis

.Contacto

becre.eb23bocage@gmail.com

.Visitas

desde 2008/10/02